terça-feira, 12 de maio de 2009

E de Tanto Divagar...

E não me venha com a velha história da razão, ela que já tanto disse em vão,
que parecia trazer consigo a paz de Sião,
proletando feitos como os de um pagão;
já não sabes que a agonia que sente é a voz da compaixão,
esta que alerta para os próximos que a guerra já começara no sertão?
Faça algo que auxilie na construção,
não deixe-nos à mão.
Sabemos do revés que se teve atráves da ação,
tudo ao qual resultou naquela emaranhada conjução.
A palavra e o significado influem em vão,
 já que de tanto se fala, nada mais tem encenação!
Simplesmente nos chocamos entre a multidão,
sem saber se fazemos parte desta multiplicação,
ou se o destino nos reservou o mais alto escalão;
esta nobre espécie que jamais sairá deste chão;
seja pelas rimas inadimplentes que nem seguir irão,
ou pela luz que tenta penetrar o coração.
E se me perguntar se há qualquer tipo de salvação,
lhe asseguro que não.

sábado, 2 de maio de 2009

Sad Clown

Sempre via aquele palhaço a vagar,

Hoje dizem que mesmo velho ele continua onde está.




Com o girassol nas mãos, o perdão a implorar


Crente que a redenção há de chegar.